e a morte chegou…


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Morte.

Uma estranha mas uma velha conhecida daqueles que ficaram. É inevitável. Ela lhe aparecerá.

A morte é a separação do ser. Ficaremos separados desse mundo. Ficaremos sem o amor daqueles que nos encantam todos os dias.

Ficaremos sem ver o brilho do amanhecer no horizonte do mar desconhecido. A morte realmente é a separação. Do físico. Do espírito.

Mas o mais importante é: EM QUE LADO ESTAREMOS?

Eu e um amigo comentávamos no começo do ano de 2016 que este ano estava estranho. Com mortes de algumas personalidades e que havia um agito diferente na Europa neste ano. Acordei hoje com a informação da morte de Fidel Castro e pude recordar dos comentários que fizemos. A morte fere os vivos, mas para aqueles que estão mortos…. Bom deveria colocar um verbo mas não encontrei nenhum que pudemos soar como verdadeiro. Não morri. Não sei qual melhor verbo se apropriar para tal.

Vivemos como eternos e isso provoca sentimentos egocêntricos. Sentimentos anti-relacionais. Sentimentos de desunião, de dispersão. E isso me faz lembrar de um questionamento que me fizeram: O QUE É SUCESSO? [falarei de sucesso em próximo post]

Sucesso e Morte. Eis aí onde eu queria chegar.

Fidel Castro died. Carlos Alberto died. Shimon Peres died. Elke Maravilha died :-). Goulart de Andrade died. Rudolf Kalman died. Hector Babenco died. Elie Wiesel died. Muhammad Ali died. Bud Spencer died. Alvin Toffler died. Cauby Peixoto died. Prince died. Bill Campbell died. Roger Agnelli died. Edgar Mitchell died. David Bowie died.

O que é sucesso?

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